2.5
– Intervenção farmacológica preventiva.
O
tema desta pesquisa - FARMACOLOGIA CLÍNICA:
“HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética,
Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e
tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou
confirmados (com visão teórica prática mundial) em face
da pandemia “COVID-19” se fazem necessário por conta da “emergencialidade” de
se instituir uma terapêutica “curativa”, com fins de proteger a vida(“HIDROXICLOROQUINA
ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático...) dos profissionais de saúde
envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados das conseqüências desta Pandemia
COVID-19.
Por
conta dos altos riscos e das pesquisas Clínicas em face do uso da HIDROXICLOROQUINA não
vejo como anuir a ideia de “intervenção farmacológica preventiva”.
Vejamos
o que estar ocorrendo em algumas regiões do Brasil. Em Manaus, Brasil. Se tem a
informação que:
“Efeitos colaterais em pacientes levam
fundação do Amazonas a interromper estudo sobre uso de cloroquina na Covid-19 -
Pessoas com quadro grave de coronavírus e que receberam doses elevadas da
substância apresentaram arritmia e risco maior ao coração; OMS diz não haver
comprovação de uso da substância nesse tratamento. Ana Lucia Azevedo.
13/04/2020 - 15h23min / Atualizado em 16/04/2020 - 09h49min –“
Observa-se:
I.
Um
estudo brasileiro com a cloroquina foi interrompido por razões de segurança
depois que pacientes com coronavírus que tomaram uma dose elevada — considerada
a necessária para, em tese, bloquear a multiplicação do coronavírus —
apresentaram como efeitos colaterais arritmia e tiveram aumentado o risco de
sofrer um ataque fatal do coração.
II.
O
estudo foi realizado com 81 pacientes internados em Manaus por pesquisadores da
equipe CloroCovid-19, integrada por cientistas de 21 instituições e liderado
pela Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, do governo do
estado do Amazonas.
III.
No
artigo, eles destacam que “num grupo maior de pacientes, descobriram que a alta
dosagem de cloroquina por dez dias levantou bandeiras vermelhas sobre a sua
toxicidade”.
IV.
Ao
mesmo tempo, não encontraram evidências significativas de que a alta dosagem da
cloroquina reduziu significativamente a replicação do coronavírus.
V.
Blog
"A hora da ciência": Cloroquina traz esperança, mas com cautela.
VI.
O
uso amplo de cloroquina e hidroxicloroquina como profilaxia e tratamento da
Covid-19 foi desaconselhado hoje oficialmente pelas duas mais importantes
entidades de médicos e cientistas do Brasil. Em nota conjunta, a Academia
Brasileira de Ciências (ABC) e a Academia Nacional de Medicina (ANM) alertam
“que o uso indiscriminado da CQ e HCQ, no atual momento, não está apoiado em achados
científicos robustos e publicados nas melhores revistas cientificas mundiais”.
VII.
As
duas academias destacam que “enquanto não estiverem disponíveis os resultados
dos estudos clínicos que estão sendo conduzidos em todo o mundo com esses dois
medicamentos, testando um número adequado de pacientes, de acordo com as
melhores práticas cientificas, seus usos no tratamento de pacientes portadores
da Covid-19 devem ser restritos a recomendações de especialistas com
consentimento do paciente ou de sua família e cuidadoso acompanhamento médico”.
VIII.
O
temor dos especialistas são os efeitos colaterais dos dois remédios,
principalmente, para pacientes com doenças cardiovasculares, diabetes e câncer,
justamente os grupos mais vulneráveis ao coronavírus.
IX.
O
estudo do francês Didier Raoult, que deu origem à onda de interesse nas duas
drogas, está sob investigação da editora da revista científica que o publicou,
a Elsevier, informou hoje o site Retraction Watch, que denuncia fraudes em
ciência.
Para
fortalecer a afirmação dos altos riscos do uso da HIDROXICLOROQUINA não
se pode com uma proporcionalidade racional anuir a ideia de “intervenção
farmacológica preventiva”.
Novamente
observamos que a(...)
(...) “OMS alerta que não há evidência
empírica sobre uso da substância. Diretor de operações da Organização Mundial
da Saúde (OMS), Michael Ryan disse em entrevista coletiva que a cloroquina e a
hidroxicloroquina são medicamentos licenciados em todo o mundo e com muitas
indicações - para tratar doenças como malária e doenças crônicas específicas -
e que, nestes pacientes, há bons resultados, salvando vidas. Por outro lado,
afirmou que ainda não há evidência empírica o bastante que prove sua eficácia
no tratamento de infecções por coronavírus. De acordo com ele, há diversos
estudos em curso sobre o uso da droga, mas que ainda aguardam os resultados dos
testes. E que há potencial nela, mas que é preciso precaução com relação aos
seus efeitos colaterais”.
Em
relação à base da questão científica que leva a este artigo, ressalte-se, porém,
que os cientistas da UFC no Ceará, vão pesquisar para concluir se é viável a
“intervenção preventiva”. Assim, em respeito ao principio da ética científica o
autor não define como inviável a pretensão preventiva. Ou seja, paciente médico
ou profissional de saúde, teve contato? Sim. Então preventivamente tome o
medicamento.
FARMACOLOGIA
CLÍNICA - HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO, URM Protocolo de
Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso
profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos
suspeitos ou confirmados, é um artigo que se baseia nos questionamentos que
possam envolver protocolos de segurança no campo teleológico do “Uso Racional
de Medicamentos”.
A
pesquisa FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA
ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica,
Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos
profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face
da pandemia “COVID-19” não objetiva ser uma crítica positiva a pesquisa
importante em curso na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará,
porém, observar os aspectos para a segurança do USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS –
URM por parte do usuário.
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