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segunda-feira, 20 de abril de 2020

PARA FINS DIDÁTICOS ESTA REDAÇÃO SEGUE UM CONTROLE DE PROTOCOLO NA ORDEM PRT 7.475.346-2020


FARMACOLOGIA CLÍNICA
ESTUDOS TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA “USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face da pandemia “COVID-19”
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Teoria e Prática na Pesquisa Farmacológica
Fortaleza
2020
Artigo científico apresentado a Sociedade Civil em caráter contributivo em face da importância científica da pesquisa em curso na Universidade Federal do Ceará denominada... “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial - em face da pandemia “COVID-19”), que será conduzida pelos Profs. Anastácio Queiroz, Elizabeth e Odorico Moraes”. Os dados aqui inseridos serão oportunamente utilizados pelo autor em fase do seu projeto “futuro” de Doutorado em Farmacologia Médica e na Disciplina de Atividades Complementares junto a Licenciatura em Ciências Biológica, na FACULDADE CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI.
Este texto representa a continuidade da dissertação do artigo que é resultado de uma pesquisa teórica bibliográfica no campo da Ciência Farmacológica Clínica Aplicada. Como já foi mencionado “é  inspirada na decisão da Universidade Federal do Ceará, a partir do manifesto “...a universidade é a sua capacidade de fazer ciência, de produzir conhecimento que contribua para resolver os problemas e aflições da sociedade. É, em outras palavras, a capacidade e o comprometimento de produzir pesquisa com impacto social.
Foi pensando na possibilidade de contribuir para o enfrentamento da crise provocada pela COVID 19 e confiando na capacidade dos nossos pesquisadores, que incorporamos, como ação institucional da UFC, a pesquisa: HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” no tratamento profilático dos profissionais de saúde, que será conduzida pelos Profs. Anastácio Queiroz, Elizabeth e Odorico Moraes. Que Deus nos oriente e guie os nossos pesquisadores.
Candido Albuquerque.
Magnífico Reitor da Universidade Federal do Ceará.

PARA FINS DIDÁTICOS ESTA REDAÇÃO SEGUE UM CONTROLE DE PROTOCOLO NA ORDEM PRT 7.475.346-2020.
Sumário.
Introdução.
Justificativa.
1 - Corona Vírus “Disease” X Xenofobia.
1.1 - Corona Vírus “Disease: Wuhan, na China  X Xenofobia – Chinês x Crime de Guerra em Tempo de  paz.
1.1.1 - Wuhan, na China.
1.1.1.1 - Somos cientes que existem vários tipos de coronavírus que afetam os animais não se tem noticias de mutações.
1.1.1.2 - Diretrizes médicas.
1.1.1.2.1 - Diretrizes médicas. "off label" - Covid-19: chineses concluem que hidroxicloroquina não é melhor que cuidado usual.
1.1.1.2.1.1 - Azitromicina é um antibiótico usado no tratamento de várias infecções bacterianas.
Bibliografia/Referência.











FARMACOLOGIA CLÍNICA
ESTUDOS TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA “USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face da pandemia “COVID-19”
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Teoria e Prática na Pesquisa Farmacológica
Fortaleza
2020
Artigo científico apresentado a Sociedade Civil em caráter contributivo em face da importância científica da pesquisa em curso na Universidade Federal do Ceará denominada... “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial - em face da pandemia “COVID-19”), que será conduzida pelos Profs. Anastácio Queiroz, Elizabeth e Odorico Moraes”. Os dados aqui inseridos serão oportunamente utilizados pelo autor em fase do seu projeto “futuro” de Doutorado em Farmacologia Médica e na Disciplina de Atividades Complementares junto a Licenciatura em Ciências Biológica, na FACULDADE CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI.
Este texto representa a continuidade da dissertação do artigo que é resultado de uma pesquisa teórica bibliográfica no campo da Ciência Farmacológica Clínica Aplicada. Como já foi mencionado “é  inspirada na decisão da Universidade Federal do Ceará, a partir do manifesto “...a universidade é a sua capacidade de fazer ciência, de produzir conhecimento que contribua para resolver os problemas e aflições da sociedade. É, em outras palavras, a capacidade e o comprometimento de produzir pesquisa com impacto social.
Foi pensando na possibilidade de contribuir para o enfrentamento da crise provocada pela COVID 19 e confiando na capacidade dos nossos pesquisadores, que incorporamos, como ação institucional da UFC, a pesquisa: HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” no tratamento profilático dos profissionais de saúde, que será conduzida pelos Profs. Anastácio Queiroz, Elizabeth e Odorico Moraes. Que Deus nos oriente e guie os nossos pesquisadores.
Candido Albuquerque.
Magnífico Reitor da Universidade Federal do Ceará.

PARA FINS DIDÁTICOS ESTA REDAÇÃO SEGUE UM CONTROLE DE PROTOCOLO NA ORDEM PRT 7.475.346-2020.
Os estudos do autor objetivam formar elementos teóricos e práticos a serem desenvolvidos em projeto de pesquisa que se espera que resultem na tese de DOUTORADO a ser futuramente desenvolvida. Neste trabalho especifico, o autor busca também, aproveitar seu conteúdo como parte da carga horária de suas atividades complementares a serem creditadas na sua formação em conclusão, no Curso de Licenciatura em Biologia na FACULDADE UNICENTROFAVENI. A iniciativa da Universidade Federal no Estado do Ceará pode ter uma relevância junto à sociedade civil em caráter contributivo em face da importância científica da pesquisa “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados - em face da pandemia COVID-19. Porém, sem questionamento de mérito da pesquisa a ser no futuro apresentada, é relevante conhece a HIDROXICLOROQUINA, e neste desiderato sua associação com o ZINCO. Outro aspecto relevante no campo do questionamento científico é a perspectiva de uso “profilático” por parte dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados de COVID-19.
O presente (pesquisa teórica bibliográfica no campo da Ciência Farmacológica Clínica Aplicada) estudo busca se enquadrar na uniformização da nomenclatura e os conceitos classificatórios existentes na literatura, relativos aos desenhos ou modelos de estudo científico mais comumente utilizados em pesquisas na área da Farmacologia Clínica. Assim, procurou-se facilitar a elaboração do delineamento de um projeto de pesquisa científica, visando sua aplicabilidade em face da possibilidade de ser recepcionado como elemento de pesquisa para base de formação de Protocolo de USO RACIONAL DE MEDICAMENTO NA CLÍNICA MÉDICA. Espera o autor auxiliar o pesquisador fora de seu grupo a identificar o delineamento proposto em um artigo, assim como desenvolver um senso de crítica metodológica mais apurada sobre o mesmo, além de desmistificar a miscelânea (conjunto confuso de coisas diferentes; mistura mixórdia) conceitual existente na literatura.
Existe uma farta sinonímia na literatura para o conceito da expressão "Desenhos re pesquisa", como "Modelos de estudos", "Delineamentos de estudos", "Delineamentos de pesquisas", "Modelos de investigação científica", "Modelos de planejamento", "Modelos de delineamento", "Delineamentos clínico-epidemiológicos", "Desenhos de estudos", "Desenhos metodológicos", "Métodos epidemiológicos", "Estratégias de pesquisa", "Tipos de estudos" ou "Tipos de investigação". Conforme as organizações dos roteiros das pesquisas existem várias conceituações básicas a serem seguidas em relação aos modelos de estudo científicos.
1 - Corona Vírus “Disease” X Xenofobia.
Em 30 de janeiro de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou  que o surto da doença(??) causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. Tal manifestação representa o nível de alerta mais elevado da Organização, conforme descreve e prevê o Regulamento Sanitário Internacional.  Na data de 11 de março de 2020, a COVID-19 foi caracterizada pela OMS como uma pandemia. Até o fechamento desta redação descritiva(do ensaio do autor) constatou-se que já são confirmados no mundo 2.074.529 casos de COVID-19 e empós esta data(quando da revisão do ensaio do autor) existe a projeção para a existência de  novos casos em relação aos aqui citados(até 17 de abril de 2020). Estatísticas confirmam que no Brasil existem 33.682 casos confirmados e 2.141 mortes até à tarde do dia 17 de abril de 2020. É importante entender que as organizações científicas estão prestando apoio técnico ao Brasil e outros países, na preparação e resposta ao surto de COVID-19, principalmente a OPAS e a OMS. Assim, neste mesmo sentido  não podemos deixar de apoiar as iniciativas das diversas universidades brasileiras que buscam encontrar em fármacos já licenciados, uma solução clínica-terapêutica para salvar vidas de pacientes acometidos com as conseqüências da COVID19. Porém, para o mundo não acadêmico no campo da Farmacologia Clínica, e da Virologia é interessante entendermos alguns aspectos pertinentes ao nexo causal da necessidade destas pesquisas emergências.
1.1 - Corona Vírus “Disease: Wuhan, na China  X Xenofobia – Chinês x Crime de Guerra em Tempo de  paz.
Organização Mundial da Saúde (OMS) propalou o conceito oficial da doença causada pelo novo coronavírus de Covid-19. COVID significa Corona Virus Disease (Doença do Coronavírus), enquanto “19” se referem a 2019, quando os primeiros casos em Wuhan, na China, foram divulgados publicamente pelo governo chinês no final de dezembro. A denominação é importante para evitar casos de xenofobia e preconceito, além de confusões com outras doenças. As mais e respeitáveis instituições no “mundo”, entre elas Ministério da Saúde (MS); Centers for Disease Control and Prevention (CDC); e Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmam que “os coronavírus causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, são doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Já o novo coronavírus é uma nova cepa do vírus (2019-nCoV) que foi notificada em humanos pela primeira vez na cidade de Wuhan, na província de Hubei, na China”.
Os sintomas do coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. Os principais são sintomas são: febre, tosse e dificuldade para respirar. O diagnóstico do coronavírus é feito a partir da coleta de amostras respiratórias de pacientes considerados suspeitos, são realizados testes baseados em técnicas de biologia molecular. Observa-se nas redes sociais um verdadeiro terrorismo em torno de conceitos e de fatos que precisam ser confirmados antes de propalação em massa. Esta manifestação de não compartilhar informações é equivocada, porém requer cautela quando do compartilhamento. Uma grande questão que leva dúvidas em torno de uma “QUARENTENA” ou isolamento sanitário, ou epidemiológico é em torno de sabermos de fato e do ponto de vista da ciência, “como o coronavírus é transmitido?
O autor deste ensaio se respalda por formação nas fontes Ministério da Saúde (MS); Centers for Disease Control and Prevention (CDC); e Organização Mundial da Saúde (OMS) que conduzem através de seus organismos científicos as investigações sobre transmissão do novo coronavírus, que por sinal ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por contato está ocorrendo. É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada.
Alguns vírus de amplo conhecimento das fontes Ministério da Saúde (MS); Centers for Disease Control and Prevention (CDC); e Organização Mundial da Saúde (OMS) são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o novo coronavírus se espalha de pessoa para pessoa. Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como: gotículas de saliva; espirro; tosse; catarro; contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão; e contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.
Não podemos descarta as possibilidades diversas entre elas que boa parte da sociedade brasileira adota animais domésticos. A questão é os animais domésticos podem ser infectados com o novo coronavírus?
Assim, embora do ponto de vista monográfico acadêmico o assunto possa ser abordado, não se localizou até a presente data (19/04/2020, 23:59hs) fontes que possa nos levar a discutir tais riscos. De outro lado o Governo da República, Brasil, tem descrito que “esse vírus pareça ter surgido de uma fonte animal na China”, o risco segundo as instituições é que nesse momento a maior preocupação é com a transmissão entre pessoas. Não há, até o momento, evidência “factica” que nos leve a sugerir que os animais podem ser fonte de transmissão do novo coronavírus (Ministério da Saúde (MS) - Centers for Disease Control and Prevention (CDC) - Organização Mundial da Saúde (OMS).
Vamos estabelecer condutas objetivando se prevenir contra o coronavírus. Vivemos um momento de pandemia. Vamos fazer a nossa parte, hoje e sempre em face do novo coronavírus, ou outros no futuro, é relevante, importante que se siga as orientações do Ministério da Saúde e dos governos estaduais e municipais. Temos o dever ético e legal de fazer a nossa parte.
Exemplos:
a.                  - Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir com um lenço de papel descartável ou com a parte interna do cotovelo (nunca as mãos);
b.                  - Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
c.                  - Evitar contato com pessoas que apresentem sinais da doença;
d.                  - Evitar sair de casa;
e.                  - Evitar locais de muita aglomeração;
f.                    - Grupos vulneráveis, como idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas ou com imunodeficiência, devem ficar mais atentos às manifestações clínicas;
g.                  - Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos, incluindo o espaço entre os dedos, unhas e punhos;
h.                  - Lavar as mãos principalmente antes de comer e após tossir ou espirrar;
i.                    - Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência, como celulares;
j.                    - Manter os ambientes bem ventilados;
k.                   - Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
l.                    - Pessoas doentes devem permanecer em casa e, caso a doença se agrave procurar a unidade básica de saúde;
m.                - Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção);
n.                  - Se não tiver água e sabão, usar desinfetante para as mãos a base de álcool;
o.                  - Usar lenço descartável para higiene nasal.
1.1.2 - Wuhan, na China.
As especulações são diversas em relação à origem desse novo coronavírus. Um fato é certo, se sabem estão ocultando, todavia a origem desse novo vírus ainda é desconhecida. Pesquisadores estão trabalhando na árvore genética do novo coronavírus para tentar determinar essa fonte. Os coronavírus pertencem a uma família de vírus, que podem circular tanto entre pessoas, como entre animais, incluindo camelos, gatos e morcegos. Pesquisadores chineses já identificaram que o novo vírus teve origem em um grande mercado de frutos do mar na cidade de Wuhan, na China.
1.1.1.1 - Somos cientes que existem vários tipos de coronavírus que afetam os animais não se tem noticias de mutações.
É inquestionável a ansiedade e o pânico em torno da “Covid-19” que gera incertezas na humanidade, porém, infelizmente não se sabe ainda a origem deste vírus e o tratamento adequado e indicado para a doença, através de um protocolo terapêutico. Uma vez identificada à origem do vírus e a identificação segura da evidencias dos quadros clínicos derivados da ação virótica pode se pensar em longo prazo para a fixação de uma Diretriz médica.
1.1.1.2 - Diretrizes médicas.
Um profissional de saúde é obrigado a conhecer as diretrizes médicas de sua profissão e precisa decidir se segue as recomendações de uma diretriz para um tratamento individual.
Considerando que os usuários do SUS serão os pacientes mais atendidos nas unidades públicas, neste momento é relevante que se observe no âmbito técnico - cientifico e legal  Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT). Que são na verdade documentos que estabelecem critérios para o diagnóstico da doença ou do agravo à saúde; o tratamento preconizado, com os medicamentos e demais produtos apropriados, quando couber; as posologias recomendadas; os mecanismos de controle clínico; e o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos, a serem seguidos pelos gestores do SUS. Devem ser baseados em evidência científica e considerar critérios de eficácia, segurança, efetividade e custo-efetividade das tecnologias recomendadas.
Este ensaio é audacioso, pretende contribuir com PROTOCOLO DE USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS, e neste momento surge à oportunidade de questionar os medicamentos citados na introdução deste ensaio em face de uma diretriz médica, que também podemos conceituar como diretriz clínica, diretriz de tratamento padrão ou linha de prática clínica.
Em relação à Corona Vírus “Disease, as pesquisas vão gerar a nosso ver documentos com o objetivo de orientar decisões e critérios relacionados ao diagnóstico, gerenciamento e tratamento em áreas específicas da saúde, e neste caso na “COVID-19”.
Protocolos de Diretriz médica nos levam a entender que tais documentos devem ser impositivos na condução das pesquisas clínicas que estão em curso em particular a desenvolvida na UFC denominada HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO. Neste desiderato o autor do presente artigo avança na visão do “URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face da pandemia COVID-19”.
1.1.1.2.1 - Diretrizes médicas. "off label" - Covid-19: chineses concluem que hidroxicloroquina não é melhor que cuidado usual.
As pesquisas com HIDROXICLOROQUINA e CLOROQUINA já levaram a óbitos diversos seres humanos, e obviamente esta situação não deve afastar a determinação do cientista em buscar soluções.
Covid-19: chineses concluem que hidroxicloroquina não é melhor que cuidado usual. Pesquisadores estudam se o remédio, usado para tratar o lúpus e a artrite reumatoide, teria eficácia contra o novo coronavírus.
A hidroxicloroquina é um pouco diferente do fosfato de cloroquina, usado no tratamento da malária. Não há diferença significativa entre a hidroxicloroquina e outros cuidados já adotados para tratar casos de Covid-19, mostram o primeiro estudo controlado feito por pesquisadores chineses.
A droga, usada para tratar o lúpus e a artrite reumatoide, é uma das várias que os cientistas estão testando para ver se há melhora de sintomas e recuperação de pacientes infectados pelo novo coronavírus.
O USO DA CLOROQUINA E DA HIDROXICLOROQUINA NO TRATAMENTO DA COVID-19. É um (...) estudo que testou apenas hidroxicloroquina sem associação farmacológica, com o antibiótico azitromicina. Esta é uma das limitações apontadas pelos revisores do trabalho, além do número de pacientes envolvidos (30).
A terapia combinada de azitromicina e hidroxicloroquina tem sido considerada melhor do que a monoterapia com hidroxicloroquina para controlar a infecção mista de vírus e bactérias, mas o uso é ainda "off label" – quando uma droga é aprovada para determinada função e utilizada para outra – ou dentro de ensaios clínicos que estão em andamento.
A hidroxicloroquina é um pouco diferente do fosfato de cloroquina, outro medicamento atualmente usado no tratamento da malária, que está sob investigação para o tratamento da Covid-19. Ambos os fármacos estão em uso há décadas, mas também apresentam riscos. "Muitos médicos de terapia intensiva estão dispostos a tentar qualquer coisa nesses tempos sem precedentes", disse Mel Thomson, especialista em doenças infecciosas que revisou os dados. "Qualquer uso generalizado de medicamentos anti-infecciosos 'off label' deve ser tratado com muita cautela, pois as consequências não intencionais podem significar um aumento na resistência a esses compostos por parasitas e bactérias, seus alvos pretendidos originais", afirmou Thomson.
O novo estudo, liderado por uma equipe do Centro Clínico de Saúde Pública de Xangai, na China, envolveu 30 pacientes hospitalizados com Covid-19. Metade dos pacientes recebeu 400 mg de hidroxicloroquina por dia durante cinco dias, além dos cuidados usuais, enquanto os outros pacientes do grupo controle tiveram apenas os cuidados usuais. Não se utilizou um placebo. Os cuidados usuais incluíram repouso no leito, inalação de oxigênio e administração de medicamentos antivirais ou antibióticos, conforme necessário ou recomendado, de acordo com o plano de tratamento do hospital.
Todos os pacientes de ambos os grupos receberam “interferon alfa” com um “nebulizador e umifenovir” – um tratamento antiviral aprovado na China para influenza (administrado em 67% dos pacientes em tratamento usual e em 80% dos pacientes que receberam hidroxicloroquina).
Dois pacientes receberam “lopinavir-ritonavir”, um antiviral normalmente usado para tratar infecções por HIV. Na admissão, a tomografia computadorizada do tórax não encontrou diferenças significativas entre os dois grupos. Nenhuma paciente estava grávida ou apresentava condições subjacentes graves, incluindo condições neurológicas ou psiquiátricas.
Os pesquisadores estabeleceram como seu objetivo primário, resultado mais importante para medir a eficácia, a redução na carga viral, definida pelo teste Covid-19 (PCR). Uma semana após a hospitalização, 86,7%, oitenta e seis, vírgula, sete por cento, dos pacientes no grupo experimental e 93,3%, noventa e três, vírgula três por cento, dos pacientes no grupo de atendimento habitual apresentaram resultado negativo.
A diferença não foi estatisticamente significativa. Em duas semanas, todos os pacientes de ambos os grupos apresentaram resultado negativo e melhora nos sintomas.
Diarréia em curto prazo e função hepática anormal ocorreu em 26,7% do grupo hidroxicloroquina e em 20% do grupo de controle. A taxa de eventos adversos (efeitos colaterais que podem ou não estar relacionados à medicação) foi semelhante nos dois grupos. A temperatura dos pacientes voltou ao normal praticamente na mesma proporção nos dois grupos. A progressão da doença nas imagens de tomografia computadorizada também foi estatisticamente semelhante (33,3% do grupo hidroxicloroquina e 46,7% do grupo de cuidados habituais).
1.1.1.2.1.1 - Azitromicina é um antibiótico usado no tratamento de várias infecções bacterianas. Entre as indicações mais comuns estão o tratamento de otite média, faringite estreptocócica, pneumonia, diarréia do viajante e outras infecções intestinais. Pode também ser usada no tratamento de várias infecções sexualmente transmissíveis, incluindo clamídia e gonorréia. Em associação com outros fármacos, pode também ser usada no tratamento de malária. Pode ser administrada por via oral ou intravenosa(The American Society of Health-System Pharmacists). A sua segurança durante a amamentação não está firmemente estabelecida, mas é provavelmente segura. A azitromicina é um antibiótico do grupo dos macrólidos. A Azitromicina é classificada pela OMS como de importância crítica para a medicina humana(World Health Organization, 2019). Está disponível como medicamento genérico [8] e é vendida sob diversas marcas comerciais em todo o mundo. Marcas comerciais: Azitromicina (EMS); Astro (Eurofarma); Azi (Sigma Pharma); Azimed (Grupo Cimed); Azitromed (Medquímica); Azimix (Ativus); Azitrolab (Multilab); Azitron (Mabra); Clindal (Merck); Selimax Pulso (Libbs); Tromizir (Belfar); Zidimax (Laboris); Zimicina (Sandoz); Zithromax (Pfizer); Zitroneo (Neo Química).

Bibliografia/Referência.

1. ABREU, Regina. ―Colecionando o outro: o olhar antropológico nos primeiros anos da República no Brasil‖. In HEIZER, Alda; VIDEIRA, Antonio Augusto Passos (Org). Ciência, civilização e república nos trópicos. Rio de Janeiro: Mauad X: Faperj, 2010. pp. 245-253.
2. ALMEIDA, Marta de & DANTES, Maria Amélia. ―O Serviço Sanitário de São Paulo, a Saúde Pública e a Microbiologia‖. In DANTES, Maria Amélia M. (Org). Espaços da Ciência no Brasil: 1800-1930. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001, pp. 135-154.
3. Azithromycin. The American Society of Health-System Pharmacists. Consultado em 19 de abril de 2020. Cópia do autor arquivada em 5 de setembro de 2015
4. Azithromycin Pregnancy and Breastfeeding Warnings». drugs.com. Consultado em 19 de abril de 2020.
5. Azithromycin use while Breastfeeding». Consultado em 14 de abril de 2020.
6. Alapi, Erika M.; Fischer, Janos (2006). «Table of Selected Analogue Classes». In: Fischer, Janos; Ganellin, C. Robin. Analogue-based Drug Discovery. Weinheim: Wiley-Vch Verlag GmbH & Co. KGaA. p. 498. ISBN 978-3-527-31257-3
7. Azithromycin International Brands». Drugs.com. Consultado em 17 de abril de 2020. Cópia do editor arquivada em 28 de fevereiro de 2017.
8. BARBOSA, Marialva. História Cultural da Imprensa: Brasil, 1800-1900. Rio de Janeiro: Mauad, 2010.
9. BARBOSA, Marialva. História da Comunicação no Brasil. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
10. BENCHIMOL, Jaime. A instituição da microbiologia e a história da saúde pública no Brasil. Ciência e Saúde Coletiva. Revista da Associação Brasileira de Pós Graduação em Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.5, n.1, 2000. pp. 265-292.
11. BENCHIMOL, Jaime. ―Reforma urbana e revolta da vacina na cidade do Rio de Janeiro‖. In Jorge Ferreira; Lucilia de Almeida Neves (Org.).Brasil Republicano. Economia e Sociedade, 115 poder e política, cultura e representações. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 2003, v.1, pp. 231-286.
12. BENSAUDE-VICENT, B. A genealogy of the increasing gap between science and the public. Journal Public Understanding of Science, 2001. Disponível em: http://pus.sagepub.com/cgi/content/abstract/10/1/99. Acessado em 30 de julho de 2017.
13. BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. Augusto Victorino Alves Sacramento.Diccionario Bibliographico Brazileiro, Bibliotheca do Senado. Rio de Janeiro, Typographia Nacional, 1883. 1º volume. Disponível em: http://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/221681. Acessado em 27 de junho de 2018.
14. BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. Diccionario Bibliographico Brazileiro, Bibliotheca do Senado. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1893 (2º volume), 1895 (3º volume); 1898 (4º volume); 1899 (5º volume), 1900 (6º volume) e 1902 (7º volume). Disponível em: http://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/221681. Acessado em 27 de junho de 2018.
15. BRAGA, Regina Stela (Ed.). Correio da Manhã: Compromisso com a verdade. Rio de Janeiro: Secretaria Especial de Comunicação Social da Prefeitura do Rio de Janeiro, 2002.
16. BRÍCIO FILHO, Jaime Pombo. In: LOPES, Raimundo Helio. Fontes:ABRANCHES, J.Governos; CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro (DHBB) do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) da Fundação Getulio Vargas. Disponível em cpdoc.fgv.br/sites/default/files/.../BRÍCIO%20FILHO,%20Jaime%20Pombo.pdf. Acessado em 27 de junho de 2018.
17. BUENO, Wilson Costa. Comunicação científica e divulgação científica: aproximações e rupturas conceituais. Inf.Inf., Londrina, v.15, n.esp, 2010, pp. 1-12.
18. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, de 1º de janeiro de 1904 a 10 de novembro de 1904. Disponível em http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/.Acessado em 27 de junho de 2018.
19. CAREGNATO, Rita Catalina e MUTTI, Regina. Pesquisa qualitativa: análise de discurso versus análise de conteúdo. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, v. 14, n 4,out-dez.2006, pp. 679-684.
20. CARIBÉ, Rita de Cássia do Vale. Comunicação científica: reflexões sobre o conceito. Inf. & Soc.: Est, João Pessoa, v. 25, n3, set-dez. 2015, pp. 89-104.
21. CARRETA, Jorge. Augusto. Quem tem medo de vacina? No início do século XX, tratamentos bacteriológicos causaram revolta e desconfiança até entre médicos e cientistas. Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, ano 8, nº. 96, set. 2013, pp. 64-67.
22. CARULA, Karoline. Darwinismo, raça e gênero: Conferências e cursos públicos no Rio de Janeiro (1870-1889). 311 f. Tese (Doutorado em História). Universidade de São Paulo, São - Paulo, 2012.
23. CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
24. CASTRO-SANTOS, Luiz A. ―Poder, ideologias e saúde no Brasil da Primeira República: ensaio de sociologia histórica‖. In HOCHMAN, G. & ARMUS, D (Org). Cuidar, controlar, curar. Ensaios históricos sobre saúde e doença na América Latina e Caribe. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2004, pp. 249-93.
25. CASTRO-SANTOS, Luiz A. Power, ideology and public health in Brazil, 1889-1920. 157 f. Tese (Doutorado em Filosofia, com foco em Sociologia). Universidade de Harvard. Cambridge, Massachusetts, 1987.
26. CHALHOUB, Sidney. Cidade Febril: Cortiços e Epidemias na Corte Imperial. São Paulo, Brasil: Companhia das Letras, 1996.
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